Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida aborda uma experiência de articulação de atividades presenciais e a distância, realizada por meio de ações colaborativas entre pesquisadores da universidade e educadores de uma escola pública.
Este texto refere-se a um trabalho desenvolvido em 1999 e 2000 por pesquisadores da PUC-SP. Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida analisa a realidade da escola participante e apresenta as ações realizadas visando à integração das modalidades de educação presencial e a distância.
Fernanda M. P. Freire, Maria Cecília Martins e Maria Elisabette B. B. Prado descrevem os aspectos que orientaram a ação de formação no contexto específico, e as diferentes ações de formação realizadas no período enfocado. Outros pontos abordados são o desenvolvimento de cada ação e a metodologia que o trabalho tem auxiliado a construir.
Este texto, de Fernanda Maria Pereira Freire, serviu de base para o debate via Internet ocorrido na oficina Programação Logo e implicações pedagógicas. A autora esboça uma discussão que aproxima o aprendizado de uso da linguagem Logo e o da língua.
Ann Berger Valente aborda a metodologia utilizada em ação de formação voltada para alunos/ monitores de forma a capacitá-los para auxiliar os professores no uso da informática na escola.
Maria Elisabette B. B. Prado, pesquisadora do Nied-Unicamp, discorre sobre as origens e características da linguagem de programação Logo, do ponto de vista educacional e computacional, abordando também o papel do professor no ambiente Logo.
Cleci Maraschin, Débora L. Maçada e Luciane S. Sato abordam questões investigadas em cursos a distância, relativas à constituição de comunidades virtuais e de ambientes virtuais de aprendizagem como espaço de distinção operativa de conhecimento.
Iris E. T. Costa, Léa C. Fagundes e Rosane A. Nevado enfocam a Educação a Distância e a formação continuada de professores com o ambiente TECLEC, apresentando um modelo de comunidade de aprendizagem criado a partir de um curso de Educação a Distância.
Mônica Estrázulas aborda as possibilidades de cooperação entre participantes de listas de discussão pela Internet, à luz da teoria sócio-cognitiva de Jean Piaget e dos resultados de seu estudo sobre mecanismos de trocas intelectuais nas interações de sujeitos em ambientes de comunicação telemática.
Este texto aborda a integração de chatterbots, agentes simuladores de diálogos, em ambientes virtuais de aprendizagem e apresenta resultados obtidos na utilização dessa ferramenta por alunos de uma escola pública de Porto Alegre (RS). Autores: Alex F. T. Primo, Luciano R. Coelho, Marcos F. R. Paim e Dagmar Reichel.
Luciane Sayuri Sato e Débora Laurino Maçada abordam questões sobre a constituição de comunidades virtuais, investigadas a partir do uso do ambiente virtual Cibercidade-Sitecria em ações de formação de professores via telemática realizadas em 2000.
Beatriz C. Magdalena, Iris E. T. Costa e Rosane A. Nevado abordam o TecLec como ambiente de educação baseado na Web e configuram ações de formação de professores desenvolvidas por pesquisadores do LEC/UFRGS no projeto "Rede Telemática para Formação de Educadores" em 2000.
Sonia M. Allegretti aborda ações de formação desenvolvidas em 1999 e 2000 objetivando implementar dinâmicas pedagógicas com o auxílio das novas tecnologias de comunicação, visando a favorecer uma mudança significativa nos processos de uma gestão escolar participativa.